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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Todo brasileiro deslumbrado e burro adora falar mal do Brasil e de tudo que tem origem brasileira..


...como se o exterior fosse um lugar sem defeitos. Acordem, deslumbrados.

 Realmente parece que é um vício falar mal do Brasil e apoiar qualquer gringo turista que  que poste coisas na internet falando mal do Brasil. Eu moro nos EUA e muitas vezes questiono o rumo que anda o Brasil, principalmente com este governo que nos quer transformar em Cuba, usa do Foro de SP para isso e do marxismo cultural para se vender em universidades e escolas. Ser for para criticar o Brasil em COISAS IMPORTANTES, ataque o mal certo e sem relativismos. Mas chega de ficar babando ovo de gringo turista e procurar pelo em ovo com futilidades.

Criticar coisas ruins e debater com objetividade sobre os nossos problemas brazucas me parece uma coisa boa. Exemplos:

Porque o estado brasileiro ama impostos?
Porque o povo burro quer dar mais poder ao estado ( que gera mais impostos)?
Porque as coisas custam tanto e porque as pessoas ficam felizes e ostentam teream pagado algo caro?
Porque poucos questionam a cultura brasileira de samba, futebol, funk e carnaval??
Nossos problemas nascem com a nossa cultura com certeza. Como mudar isso?
Porque poucas pessoas valorizam as verdadeiras coisas boas do Brasil sem apelar COMO FAZ A MAIORIA QUE APOIA a fantasia do brasileiro bom selvagem, praia, bunda, futebol e carnaval?
Por que se orgulhar de ser um  povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando?  
Etc e etc.

Quem questionar isso, tem o total apoio de muitos brasileiros. E para fazer isso deve estudar sobre a cultura brasileira ANTES DE TUDO.

O problema que condeno se resume a falar mal do Brasil por nada. Tem mulher, homem, hetero, homo que pegou gripe na Europa e fica feliz por ser uma coisa vinda da Europa. Tem mulher tratada como reserva de esperma de turista sexual gringo e depois tira onda com as amigas que “pegou um gringo” e reclama da imagem do Brasil. Tem idiota deslubrado que aumenta mais a imagem fantasiosa do do brasileiro bom selvagem, praia, bunda, futebol e carnaval que fica deslumbrado com coisas idiotas como vento, temperatura de algum lugar no exterior. 

Vejo pessoas que tomam banho em chuveiro gringo e postam fotos no facebook porque a marca do chuveiro  gringa gera um status doentio. Tem idiota que acha o exterior se resume a ser melhor por poder comprar e acha que tudo vira poder financeiro mesmo ele sendo um jeca brega sem cultura nenhuma.

Tem idiota que nega o quanto brasileiro rala pois acha que o brasileiro se resume a samba, carnaval e malandragem.

E isto ATINGE TODAS AS CLASSES pois este tipo de gente adora um status.

Queridinhas e queridinhos. Deixem de serem deslumbrados. Existem pessoas que nunca moraram no exterior e idealizam um mundo fantasioso. Outras moraram alguns meses e se acham os viajados experts em cultura.

Deixem de ser deslumbrados. Nem todo lugar do exterior vence o Brasil em coisas melhores e nem o Brasil virou terra prometida com tudo perfeito.

Bom senso, meus amores.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Futebol: mito do povo deslumbrado que violência e absurdos só acontecem no Brasil.



Sempre fui uma das mais ferrenhas pessoas a condenar absurdos existentes no Brasil mas ao mesmo tempo sei que de apesar do povo brasileiro possuir defeitos, somos bem diferentes do fanatismo dos brasileiros deslumbrados que moram no exterior ou no Brasil mesmo e que adoram dizer que "absurdos só acontecem no Brasil". Eu e o meu marido junto com outras pessoas procuramos mostrar a verdade ao povo deslumbrado brasileiro que adora falar mer@@ cegados pelo deslumbre.

Reparem, quem fala isso mostra a alma e o corpo banhadas em deslumbramento e burrice. Pode ser branco, negro, homem, mulher, hetero ou gay. O deslumbre de que o Brasil somente tem porcaria garante um falso status de superior e que que vai desde o mais rico ao maio pobre.

Existe uma linha que separa que condena o que deve ser condenado por motivos justos baseados em senso comum e o o inteletecutal deslumbrado e burro de boteco que acha que todo os problemas do mundo se encontram no Brasil.

Este mesmo povo deslumbrado fala mal de brasileiros mas nasceu no Brasil. Reclama dos nossos governantes populistas, mas vota neles. Reclama de putaria, fama de mulher brasileira  e homem brasileiro mas adora carnaval e funk. Reclama de bandidos mas adoram inocentar criminosos. O povo brasileiro reclama tanto sem saber  o motivo de tanto problema: o que ele mais valoriza na nossa cultura (em geral, o pior), os atos dele e o relativismo moral absurdo existente no Brasil somados a fantasia do exterior, desde a ditatura cubana ao tempo da Alemanha.

E no final todo este relativismo moral idiota de reclamar sem colocar a responsabilidade em si mesmo gera uma gigante bola de neve.

O povo deslubrado se esquece que longe de justificar absurdos aqui no Brasil existe isso no exterior. Na verdade se alguma pessoa quiser prender os criminosos no Brasil, esta pessoa vai ser condenada. Motivo? Os direitos humanos (em geral, formado por deslumbrados pobres ou ricos que idealizam o exterior) que inocentam o criminoso . O povo deslumbrado reclama dele mesmo e apoia o crime sem saber.

Vamos falar de psicopatas criminosos escondidos nas torcidas de futebol? Isso nunca foi coisa só de Brasil.

No futebol italiano


Europa em geral

Na Inglaterra


Argentina


quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Noruega: Mito do mundo desenvolvido #1: da perfeição

Quantas vezes você, no Brasil, ouviu expressões do tipo “é por isso que somos terceiro mundo” ou “por isso que o Brasil não vai pra frente”. Esses são sintomas latentes do que penso ser um preconceito bem incrustado no nosso inconsciente coletivo: “somos inferiores aos países de primeiro mundo”.

E o outro lado desse fenômeno é crer que países desenvolvidos, sobretudo na América do Norte e Europa, são melhores do que o Brasil em tudo.

O ponto central desse erro de raciocínio é a extrapolação que fazemos, às vezes até sem querer, da comparação de pontos específicos para o caso geral.

Desde que comecei a viajar para o primeiro mundo pela primeira vez, há 3 anos, pude começar a pontuar onde as diferenças realmente estavam. E, agora, tendo vivido um ano no país que há tempos ocupa o topo do ranking de melhor IDH do mundo, creio que consigo diferenciar ainda melhor os atributos que fazem um país desenvolvido melhor e, principalmente, os problemas que mesmo uma sociedade “avançada” enfrenta.

Pois, sim, há problemas mesmo no rico e igualitário Reino da Noruega. E, não, dinheiro e igualdade de oportunidades não resolvem tudo.

O primeiro susto ao ler os jornais noruegueses quando cheguei (com ajuda do Google Translator, claro), foi notar que há um alto grau de incidência de estupros em Oslo, e mesmo em diversas outras cidades norueguesas. Pelo site da polícia de Oslo é possível comprovar que foram 213 casos de estupro reportados na cidade em 2011, mais 43 tentativas.

Esse número é absurdo para uma cidade de padrão tão elevado como essa, e considerando que a população é de apenas 600 mil habitantes.

Mas a alta incidência de violência sexual tem ligação direta, segundo declarações da própria polícia, com o alto consumo de bebidas alcoólicas por jovens. Muitos jovens bebem bem além do ponto de auto-controle, incluindo aí as moças, que se tornam então presas fáceis para estupradores.

Aliás, muitos dos estupradores são de origem não-norueguesa, e não-ocidental, e aí se chega ao desafio seguinte: o da imigração. Claro que a imigração traz benefícios para o país, mas uma mudança significativa na base populacional em curto espaço de tempo (últimos 25 anos) trouxe turbulências para uma sociedade antes tão homogênea.

Esses pontos já são suficientes para mostrar que nem tudo é perfeito por aqui. Há outros ainda. Mas paro por enquanto. E até breve.

Holanda: 5 Mitos sobre o primeiro mundo

5 Mitos sobre o primeiro mundo

por DANIEL DUCLOS em 11/09/2009

Desde que viemos morar na Holanda, demos de cara com uma realidade que derrubou implacavelmente alguns mitos sobre morar no primeiro mundo. Alguns foram nas primeiras horas, outros demoraram meses pra cair. O maior deles é que "primeiro mundo" é um lugar uniforme. Itália e Holanda são diferentes entre si, e ambas diferem da Espanha, e, sem dúvida, todas elas do Canadá. Que não são os Estados Unidos. Ser "primeiro mundo" não muda a natureza humana, e pessoas são pessoas, com suas loucuras e bizarrias e peculiaridades em toda a parte. Traços culturais existem, mas culturas são particulares de cada canto, e não da grande abstração "primeiro mundo".
Quando cheguei aqui encontrei algumas coisas diferentes da imagem projetada de uma Shan-gri-la onde tudo funciona. Acredito que muito disso venha da nossa tendência de idealizar a verdança do gramado alheio. A idéia não é dizer que Amsterdam é isso ou aquilo, mas mostrar que a experiência real é sempre diferente da idealização. Não há esse "primeiro mundo" uniformizado, asséptico e robotizado, da mesma forma que não existe um "terceiro mundo" igual em toda parte, sempre sujo e violento. O que há são pessoas, lugares e um mundo muito maior e muito mais complexo do que se pensa.
Dito isto, vamos aos mitos.

1. Limpeza

A cidade de Amsterdam tem lixo na rua, e nisso não está sozinha. Eu vi lixo em praias do Mediterrâneo (e eu achava que isso era exclusivo de praias brasileiras), e nas ruas de Genebra (embora ela ainda seja mais limpa que Amsterdam). Por algum motivo, eu imaginava que no "primeiro mundo" todas as ruas seriam limpíssimas, e, cara, isso simplesmente não é verdade. Tem pixação, tem garrafa e lata de cerveja e bituca de cigarro e plástico jogado nas ruas de Amsterdam. Não que seja um chiqueiro, não é isso. Mas eu tinha essa imagem de que seria impecável, hospitalar, todo o lixo nas latas. Esses foi um dos mitos que caiu nos primeiros dias.

2. Educação no dia-a-dia

Turistas são muito bem recebidos em Amsterdam. Das cidades que eu visitei, acho que é a que melhor recebe turistas. As pessoas param pra oferecer ajuda nas ruas, saem do caminho delas pra te explicar coisas, são de uma gentileza maior do que eu esperava - sempre me disseram que pedir informação na rua era difícil, que os europeus eram mal humorados, sem paciência pra turista. Ouvia histórias de destratos em bares e restaurantes. Chegando aqui, fui muito, muitíssimo bem tratado. Eles serão simpáticos, e prestativos e sorridentes. Uma agradável surpresa.
Mas uma vez que você deixa de ser visita e passa a pegar o bonde no dia-a-dia pro trampo, começa a disputar espaço na comutação diária das bikes, a entrar nas filas do supermercado e da farmácia, quando você passa a entender um pouco da língua, você descobre que a delicadeza no trato é reservada pros turistas. Quem é de casa vai entrar no esquemão, e o esquemão aqui, companheiro, é na porrada. Pode ser que em outras cidades seja diferente (em Texel éramos cumprimentados na rua por estranhos), mas os amsterdaneses furam fila, não seguram porta pra você passar, batem com o carrinho do supermercado no seu calcanhar sem aviso prévio, fecham e xingam na bike e "com licença" em holandês é cotovelo no baço. Demorou pra entender isso - primeiro ficávamos bravos. Depois achávamos que se fizéssemos o mesmo eles ficariam bravos. Mas é meio que assim que funciona, e eles nunca levam pro lado pessoal. Se você não foi atropelado no supermercado, ou cortado na fila, ou no trânsito de bike, você está aqui há pouco tempo, e não pode se considerar ainda um habitante de Amsterdam.
Estou me acostumando ainda, mas minha recusa em furar filas e insistência em murmurar "pardon" milisegundos antes de sentar uma mochilada em algum desprevenido entupindo o corredor do tram denunciam minha estrangeirice.

3. Regras são regras

Quando eu era adolescente, um amigo meu contou de um sueco revoltado com o conceito de quebra-molas que encontrou no Brasil. Como pode, perguntava ele, vocês colocarem coisas para quebrarem seus próprios carros? Meu amigo tentava esclarecer: oras, não é literalmente um "quebra molas", é apenas algo para que os carros diminuam a velocidade.
- Oras, mas pros carros irem mais devagar não basta colocar uma placa indicando velocidade reduzida?
A inocência do sueco nos divertia a todos, e ficávamos imaginando como seria na Suécia, onde uma placa de velocidade máxima em uma rua é obedecida sem necessidade de quebra-molas. Bom, nunca fui à Suécia, mas eu te digo uma coisa: tem quebra-molas em Amsterdam. Placas de "não pare aqui sua bike" são sumariamente ignoradas. Placas de contra mão nem sempre são obedecidas.
Está longe, muito longe de ser uma guerra aberta como testemunhei em Sampa - mas a imagem de que todo mundo seguia as regras certinho foi outra que partiu desta pra uma melhor logo no começo.
Jeitinho holandês
A placa diz "Por gentileza não parar bicicletas aqui". Ops.

4. Eficiência e burocracia

Eu achava que o Brasil era campeão mundial de burocracia, mas isso era apenas chauvinismo patriótico de minha parte. Ah, já contei da minha experiência com a burocracia holandesa. É feroz, isso eu garanto. Eficiência varia grandemente. Algumas horas e em alguns aspectos eles são extremamente eficientes. Outras horas, nem tanto. As obras aqui demoram bastante tempo, e o caso da linha Norte/Sul do metrô de Amsterdam não está entre os mais bem sucedidos da história da humanidade: as obras  foram iniciadas em 2003 com previsão de término em 2011. Alguns bilhões de euros e casas históricas afundadas depois, a baderna toda foi paralisada. Consideraram desistir de tudo, o responsável foi afastado, mas no fim resolveram continuar, a um custo estimado de 1,7 bilhão de euros extras e com previsão de entrega em algum momento entre 2017 e 2018. A maioria dos amsterdaneses não está esperando de pé.

5. Segurança

Vindos da violenta Sampa, ficamos felizes de andar numa cidade razoavelmente segura. Crimes violentos ocorrem, mas são raros e em geral vão parar nos jornais. Há caixas eletrônicos direto na rua, sem nenhuma cabininha, e o povo saca a grana de noite sem medo. Uma vez vimos uma guria entrar sozinha pra fazer cooper no Vondelpark - era dez horas da noite. Agora, sim, de vez em quando tem tiroteio, e furtos são relativamente comuns. Furto de bike, então... difícil achar alguém que nunca tenha tido uma bike furtada. E, se não aconteceu com você, aconteceu com alguém próximo. Quando contamos isso no Brasil, espanto generalizado: mas aí é primeiro mundo, eles furtam coisas? Opa. Bike em Amsterdam é mercado sério. Deixe a sua destravada na frente da Centraal Station e volte dali meia hora, pra ver quantas você acha... e eu não poria minha carteira no bolso de trás, meio saltadinha pra fora, e sairia pra dar aquele rolê distraído na Damrak se fosse você. Só uma sugestão.
Mas enfim, apesar dos furtos e do ocasional crime mais sério, segurança ainda é um ponto forte daqui.
Caixa eletrônico na rua
Caixa automático no meio da rua estão extintos em São Paulo, mas aqui ainda mandam.

Ah, as generalizações

O ponto deste artigo não é dizer que amsterdamenses são uns grossos, ou que você terá sua bike furtada com 100% de certeza. É justamente o contrário: é você desafiar as imagens prontas que recebe, e que generalizações são perigosas. Obviamente existem locais extremanente educados, obviamente que nem toda bike é roubada, obviamente que ser seguro andar de noite na rua não te torna imune a qualquer crime. A sua rua pode ser um modelo de limpeza, e existem sim, ruas muito limpas aqui. A questão é justamente entender que impressões de aspectos da realidade não são a realidade em si. Com o tempo, as impressões e experiências vão se acumulando e formando um retrato que, se ainda não impecavelmente fiel, muito mais rico do que as visões chapadas em 2D que estamos acostumados a receber e aceitar como verdade.


Fonte: 5 Mitos sobre o primeiro mundo — Ducs Amsterdam http://www.ducsamsterdam.net/mitos-sobre-o-primeiro-mundo/#ixzz2mX6fvjap 
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segunda-feira, 15 de abril de 2013

O mito do primeiro mundo pois primeiro mundo na verdade não existe.




                                                       Primeiro mundo? Miragem. Nem sempre a grama do vizinho é a mais verde.


Quantas vezes você, no Brasil, ouviu expressões do tipo “é por isso que somos terceiro mundo” ou “por isso que o Brasil não vai pra frente”. Esses são sintomas latentes do que penso ser um preconceito bem incrustado no nosso inconsciente coletivo: “somos inferiores aos países de primeiro mundo pois aqui nada funciona".

E o outro lado desse fenômeno é crer que países desenvolvidos, sobretudo na América do Norte e alguns da Europa, são melhores do que o Brasil em tudo. Isto é uma grande mentira e qualquer ser pensante percebe isso.

Todo o ser humano tem problemas e falhas. Logo, toda sociedade tem problemas e falhas. E isso atinge até a coisa que os brasileiros deslumbrados chamam de primeiro "mundo" e onde nem todas as coisas parecem ser rosas e perfumes. Na verdade todo lugar tem seus pontos positivos e negativos.

Na verdade estas palavras primeiro mundo parecem terem sido criadas sem sentido. O primeiro mundo é uma fantasia que nunca vira realidade e parece ser o céu prometido que ninguém conseguiu chegar. 

Os brasileiros parecem esquecer que o clima é importante e em lugares de primeiro mundo muitas pessoas se suicidam por ficarem depre por causa do tempo. Em outros lugares uma das poucas alegrias é beber até cair. Em outros lugares a criminalidade existe e atua de modos similares ao Brasil. Claro, talvez quase ninguém se mate por um celular, mas mesmo assim ainda existem mortes por outros motivos. Sem nacionalismos e simplesmente pensando ou navegando na internet, podemos encontrar muitos blogs de brasileiros que viram que o "primeiro mundo" é uma mentira, pois terras perfeitas, com povos perfeitos e climas perfeitos semre foram miragem.

Claro que alguns povos lutam ou lutaram mais que outros e possuem governantes que sabem gestir melhor um governo. Mas estes mesmos governantes foram eleitos muitas vezes por (mas nem todos os povos estrangeiros) que pensa, debate, valoriza coisas boas e se questiona ao invés de se preocupar em fazer piadinhas de tudo, com carnaval, bunda, BBB e postar fotos no facebook ostentando uma vida de mentira.

No primeiro mundo muitas vezes o ambiente é selvagem, com neve, frio e a necessidade fez o povo se virar. Sem sol, praia e um clima legal, muitas vezes sobreviver quer dizer evoluir.

Logo, fique atento povo deslumbrado. O primeiro mundo é uma fantasia que nunca existiu. E se existe é somente em forma de propaganda. Tudo se resume em pontos positivos e negativos aonde todo mundo é culpado pelo resultado final, tanto aquele que escreve como aquele que vai ler.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Sem ufanismo mas dando valor a importantes invenções brasileiras e a criatividade verde e amarela


Nunca gostei de ser ufanista. E para quem nunca ouviu esta palavra, ufanismo é o extremo patriotismo cego de um povo que se acha o melhor em tudo. Muitos povos demonstram o seu ufanismo de diferentes modos: os americanos como defensores de liberdade mundial e criadores do novo mundo, chineses com a sua antiguidade que afirmam ter gerado tudo, italianos com a sua comida e muito similar aos chineses e assim vai. Cada um puxa a brasa para o seu lado malandramente. No filme Casamento Grego podemos ver um exemplo de ufanismo do pai da noiva que afirma que todos idiomas nasceram do grego.

No Brasil, existem ufanistas sim mas ao mesmo tempo existe a outra parte: os que acham que no Brasil nada presta. Estes os chamamos pessoas com complexo de vira-lata, uma grande fonte que alimenta o povo deslumbrado que acha que o exterior e a grama do vizinho sempre foram melhor que a nossa.

Falta na verdade é um pouco de calma, ponderação e equilíbrio para todos os lados. O Brasil possui problemas sim. E muitos dos nossos problemas também existem no exterior. E pelo que leio, todo povo reclama do lugar aonde reside. Logo, ninguém é contente com o que tem. Mas também possuimos muitas outras qualidades e motivos de orgulho como povo.

Como curiosidade, escrevo alguma importantes invenções brasileiras que mudaram o mundo para a melhor.

Se você pensa que nós, brasileiros, não temos boas ideias ou que tudo que é novidade é inventado em outros países, dê uma olhada na história das invenções, para perceber que a coisa não é bem assim. Nossos cientistas e pesquisadores sempre tiveram bons projetos, mas, por falta de reconhecimento e apoio, muitos acabaram ficando pelo caminho e as glórias acabaram indo parar nas mãos de estrangeiros.

Nosso primeiro inventor
 
Bartolomeu Lourenço de Gusmão, (Santos, 1685 — Toledo, 1724) foi um padre católico, cientista e inventor, nascido na então colônia portuguesa do Brasil, capitania de São Vicente. Apelidado de “padre voador”, o padre Gusmão tornou-se famoso por ter inventado o primeiro aeróstato operacional, a que chamou de “Passarola”. É uma das maiores figuras da história da aeronáutica mundial. Foi o primeiro inventor, não apenas do Brasil, mas das 3 Américas.

Invenções de Santos-Dumont
 
Alberto Santos-Dumont (Palmira, Minas Gerais, 1873 — Guarujá, São Paulo, 1932) foi um engenheiro-mecânico extremamente criativo. Ainda criança, inventou aviõezinhos com hélices acionadas por elásticos. Já adulto, trouxe para o Brasil o primeiro automóvel movido a petróleo. Mas foi em Paris onde sua criatividade e talento foram reconhecidos. Veja, a seguir, algumas das principais invenções desse notável mineiro:

Balão a gás de pequeno porte: revolucionou a construção de aeróstatos. Foi batizado de Brasil, em homenagem à terra natal de Dumont




Dirigível: ao colocar um motor movido a petróleo num balão a gás, Dumont inventou o primeiro dirigível. O modelo nº 9 foi o primeiro a dar a volta à torre Eiffel.




O avião: o 14 Bis foi a primeira aeronave mais pesada do que o ar a levantar vôo por seus próprios meios. Até hoje existe uma dúvida sobre quem apresentou primeiro a ideia, se foi Santos-Dumont ou os irmãos nortemericanos Wilbur e Orville Wright, mas as provas favorecem muito mais o brasileiro.

O precursor do ultraleve: o Demoiselle 20, um avião menor, mais rápido e com maior possibilidade controle que o 14 Bis, foi o último invento aeronáutico de Dumont. E o primeiro ultraleve da história. Tinha 115 kg, envergadura de 5,50m e comprimento de de 5,55m.

O relógio de pulso: um dia, Dumont pediu ao seu amigo e famoso relojoeiro Louis-François Cartier que transformasse o seu relógio de bolso num relógio que pudesse ser colocado em seu pulso, usando alças no lugar da corrente, de modo que ele pudesse controlar facilmente o tempo que passava no ar, enquanto manobrava os comandos da aeronave. Rapidamente, o modelo tornou-se moda em Paris e, dali para o resto mundo, foi um pulo.
Hangar com portas de correr: em 1900, para fechar o galpão onde montava as suas invenções, Dumont colocou portas que corriam sobre rolamentos. O primeiro hangar do mundo tinha 11 metros de altura, 7 metros de largura e 30 metros de extensão.



A urna eletrônica para votação
Desenvolvida pelo juiz eleitoral Carlos Prudêncio, em parceria com seu irmão Roberto Prudêncio, proprietário de uma empresa de informática (fotos), o primeiro modelo foi testado em 1988, em Santa Catarina. Após alguns anos de aperfeiçoamento, a primeira eleição computadorizada aconteceu também em Santa Catarina, na cidade de Xaxim, em 1995. Atualmente, o Brasil é o país responsável pela maior eleição informatizada do mundo e, consequentemente, com apuração mais rápida. O modelo despertou o interesse de diversos outros países.

BINA – identificador de chamadas
O inventor do sistema de identificação de chamada, conhecido como BINA, foi Nélio Nicolai, um brasileiro de Belo Horizonte (foto), em 1982. No entanto, Nélio foi desacreditado pelo governo na época. Mesmo tendo a patente do produto, ele atualmente trava uma árdua batalha contra as operadoras de telefonia ao redor do mundo e, até agora, nada ganhou com a sua invenção. O inventor calcula que o valor mensal dos royalties que deveria receber gira em torno de 4 bilhões de dólares.

Transmissão radiofônica
O padre gaúcho Roberto Landell de Moura conseguiu certo reconhecimento como pai da tecnologia que revolucionou a comunicação ao redor do mundo. Landell patenteou, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, dois equipamentos, antes do ano de 1900, devidamente testados e capazes de transmitir sons a distâncias impensáveis à época. Os outros inventos do segmento, desenvolvidos por cientistas fora do Brasil, conseguiam apenas enviar sinais telegráficos a uma distância curta. Mas as invenções de Landell não obtiveram apoio do governo brasileiro nem da iniciativa privada, fazendo com que o padre abandonasse os experimentos algum tempo depois.

Walkman
Andreas Pavel nasceu na Alemanha, em 1945, mas mudou-se para o Brasil aos seis anos. Em 1972, teve uma ideia: criar um aparelho com o qual ele pudesse ouvir músicas em qualquer lugar. Ele pesquisou, montou o equipamento e patenteou-o. Tentou vender a ideia para algumas das grandes fabricantes de produtos sonoros, mas, por incrível que pareça, não houve interesse. Até que, em 1979, a Sony colocou no mercado o Walkman, um produto que bateu recordes de vendas ao redor do mundo. Pavel negociou os direitos sobre a invenção até 2004, quando assinou um acordo com a empresa japonesa – cujos números permanecem em sigilo.

Máquina de escrever
Quase ninguém sabe, mas essa invenção também nasceu no Brasil, no século XIX. O padre João Francisco de Azevedo teve a ideia de adaptar um piano de 24 teclas para que ele pudesse imprimir letras em um papel. Velho e doente, Azevedo entregou, ingenuamente, a sua invenção ao negociante George Napoleón, que garantia ter interessados em fabricá-la nos Estados Unidos. O padre nunca mais teve notícias do vendedor, mas alguns anos depois, um modelo quase igual foi apresentado nos EUA, por Christofer Sholes. Em seguida, a empresa Remington comprou a ideia e passou a o invento em escala comercial.

Fotografia
O primeiro homem a descobrir uma forma de gravar imagens com o uso da luz não era brasileiro, mas vivia em nosso território. Morador da cidade de Campinas, no interior de São Paulo, o francês Hercule Florence descobriu um método para imprimir fotos usando papel sensibilizado com nitrato de prata. Enquanto ele desenvolvia seu trabalho em silêncio, por aqui, uma pesquisa parecida estava em andamento na França. As pesquisas de Louis Daguerre e Joseph Niépce são consideradas o ponto inicial da fotografia e ambos herdaram a paternidade da invenção. Ao saber das conquistas da dupla francesa, Florence abandonou suas pesquisas.

Jiu jitsu Brasileiro e MMA (artes marciais mistas ou antigo vale-tudo).


Hélio Gracie e Carlos Gracie criaram o jiu jitsu brasileiro, uma arte marcial muito eficaz em combates reais. Para provar a capacidade da arte, desafiavam lutadores de diversos estilos, tamanhos e quase sempres acabavam a luta como vencedores. Os tais deasfios se transformaram em eventos do tal vale-tudo, que hoje virou o MMA com algumas regras adicionadas como tempo e categorias de peso. O MMA é uma febre nos Estados Unidos e aos poucos conquista a simpatia de outros lugares. Muitos gostariam de ter um destes atletas, lutadores, educadores e criadores de uma arte marcial como o jiu jitsu brasileiro como compatriota.

Outras invenções brasileiras
Copo americano, por Nadir Figueiredo. / Escorredor de arroz, por Therezinha Beatriz de Andrade. /Orelhão, por Chu Ming Silveira / Futevôlei, por Otávio Morais / Lacre de segurança de plástico, por Eduardo Lima. / Painel eletrônico, por Carlos Eduardo Lamboglia. / Coração artificial, por Aron de Andrade. / Tênis computadorizado, pela Alpagartas Brasil. / Cartão telefônico, por Nélson Guilherme Bardini. / Sangue artificial, por Eliana Abdelhay. / Vacina contra Hepatite B, por Nicolai Granovski.
Como se pode ver, não falta criatividade à nossa gente.

NOTA IMPORTANTE SOBRE SANTOS DUMONT: Enquanto nos outros lugares, as pessoas querem que sejam vistas como inventores, criadores e lutam pela "paternidade/maternidade" de obras criadas, no Brasil alguns possuem a covarde ATITUDE de menosprezar nossos inventores. Isto também existe na Europa, aonde gregos, portugueses, italianos e pessoal da Espanha lutam pelo azeite de oliva: De quem é o melhor azeite,etc e etc.

Talvez os Wright tenham o avião é, mas o que sempre foi dito é que o 14BIS foi o primeiro avião de verdade a voar sem ajuda de catapultas ou outro propulsor externo e com muitas testemunhas. O experimento dos irmãos nunca foi recriado com a mesma eficiência enquanto o do 14bis de Dumont sim.
Fora o fato que a testemunha do primeiro teste dos irmãos são seus próprios empregados.
Não estou dizendo que esse seja o caso, mas no mundinho dos inventores existem vários aproveitadores e plagiadores que de alguma forma conseguem roubar /patentear invenções antes mesmo de seus reais criadores.


quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Mulher brasileira-Gabriela- prostituta: assim o mundo nos enxerga


A mulher brasileira no exterior é vista como prostitua facil e uma uma mulher selvagem e favelada.

Esta fama é antiga e todo brasileiro ou brasileira que reside no exterior sabe disso. Infelizmente muitas outras brasileiras sofrem isso mas ao invés de fazerem algo para combater por algum motivo alimentam tal imagem.

 Mesmo com tal fama sendo presente hoje podemos ver algumas mulheres ostentando seus maridos estrangeiros para as amigas, vendendo-se como carne por serem as"mais lindas e bonitas do mundo" por status/vaidade e homens que adoram dizer que a mulher brasileira é isso ou aquilo. Logo, esta fama pelo jeito nunca vai acabar.

Isto também é causa de um deslumbre imbecil que detona a fama do Brasil com uma propaganda péssima para qualquer pessoa. Os estrangeiros hoje já decidiram, mulher brasileira é biscate. Fato consumado. Pode ter olho azul, ser loura, ser negra, mulata, morena, oriental, etc. Pouco importa a origem, sendo que este assunto que sempre foi por muito tempo negado possui causas de um antigo passado.

Como isso surgiu? Alguma pessoas culpam os marinheiros.

Depois de viajar pelos mares selvagens procurando riquezas em terras estrangeiras e fugindo de uma Europa em crise aonde para ser rico alguém deveria ser nobre e ter sangue azul, muitos encontraram uma terra aonde as nativas andavam nuas por costumes locais. Imaginem esses homens na seca sexual ao ver uma mulher pelada? Os estupros (que também aconteciam antes entre os nativos que guerreavam entre si) podem ter acontecido mas o choque ao ver a nudez pode ter sido o primeiro fator.

Um certo xaveco da época medieval, promessas, presentes, contos de aventuras e outras coisas geravam sexo com estas mulheres desinformadas. E como tais marinheiros eram maliciosos e desacostumados a ver pessoas com poucas roupas, adoravam aumentar tais contos, passando suas bravatas adiante tendo sempre como tema a mulher brasileira. E isto dura até hoje, 2012. Hoje possuímos informação mas este triste acontecimento acontece porque mulheres querem ou aceitam ser enganadas pelo deslumbre ou status do povo deslumbrado, coisa natural que grande parte dos brasileiros e brasileiras possui.

Frases comuns no exterior: mulher brasileira feminista é vista como prostituta mas adora dizer namorar um estrangeiro progressista ou ter pego vários na balada. Ou seja, ela alimenta o ciclo.

Além disso, existiram intelectuais como Jorge Amado, entre outros, que sempre propagaram uma imagem torta do Brasil. Ser brasileiro para eles nunca foi algo bom. Nossos heróis nunca foram demonstrados como nobres, com valores, com força, honra, coragem, ousadia, etc diferente de outros lugares como EUA, Inglaterra. A nossa simbologia sempre foi parar rir, nunca para sermos respeitados. Aqueles que existiram e agiram como guerreiros e trabalhadores foram esquecidos ou ofendidos por serem corretos demais. 

O Brasil se auto-sabotou e satirizou os seus símbolos e pessoas especiais, sempre vendo como palhaço os heróis brasileiros e vendendo tal imagem. Isso foi transferido a cultura e a literatura ( Ex: Macunaima). Quem questiona isto é ufanista, embora achemos legal americanos, israelenses e tantos outros serem ufaniastas ou super patriotas. Hoje, pensando bem muitas vezes até queremos aprender os costumes deles. Nossos intelectuais na sua maioria, diferentes de outros intelectuais estrangeiros, nunca propagaram bons valores e uma boa imagem do Brasil ou das nossas pessoas boas. Propagaram fantasias idiotas para gringo ver. Olhem a tal Gabriela, Dona Flor e seus dois maridos: sexo, vulgaridade, prostitutas, traição, troca-troca, etc. Para estes idiotas isso era Brasil e ser brasileiro. Os bons brasileiros que existiram foram trancafiados em celas escondidas de mentes manipuladoras. E nossas novelas na TV propagam esta imagem cada dia mais e em massa.

Engana-se também quem condena em um primeiro momento a mulher brasileira. Em lugares que foram invadidos na II Guerra, algumas mulheres se prostituíam. A França por muito tempo teve a sua imagem ligadas as prostitutas de luxo e hoje cabarés fazem shows atraindo turistas como algo cool. Se formos ver, até o ex-presidente Clinton usou de uma mulher que sabia que era usada e nem por isso as norte-americanas possuem fama de biscate mundialmente. Os EUA são a terra prometida para filmes cujo assunto é a pornografia. O parlamentar italiano Berlusconi pagava prostitutas com dinheiro publico e possuía mulheres italianas entre as suas meninas. Ibiza, na Espanha é aonde todos se pegam durante o verão na Europa. Podemos falar sobre todo o mundo sobre isso, do Ocidente ao Oriente e todos fazem a mesma coisa.

 A fama porém é sempre do Brasil por eles saberem vender a imagem deles e o Brasil não.

O que contribui para a fama da mulher brasileira é péssima propaganda que quase todo brasileiro/a vende por "brincadeirinhas, por ser engraçado" ou para ter a simpatia dos estrangeiros que ainda nos enxergam como palhaços. E aqui também adiciona-se um tanto do deslumbre de alguns como a sem noção que mora nos EUA e fez fotos pagando de modelo depois da Sandy, parecendo tripudiar da desgraça alheia. Em geral, estas pessoas da mesma laia, defendem-se umas as outras com papos furados de liberdade de expressão, e ao mesmo tempo, como jecas bregas adoram ostentar os seus maridos ou que pegaram geral em festas. Elas devem pensar que um pedreiro americano é melhor que um pedreiro brasileiro ou que um turista sexual safado gringo é mais limpinho ou mais digno que um brasilieiro. Deslumbre total.

Somado a isso e para a nossa tristeza, surgiu o carnaval brasileiro que nem brasileiro é. Algum outro grupo de idiotas pseudo-intelectuais baseando-se na mesma idéia de jumento citada anteriormente decidiu que o calor brasileiro lembrava sacanagem e misturou umas idéias deturpadas para formara a imagem fantasiosa do brasileiro/a. Como odiavam o Brasil e viam aqui tudo como defeitos e deslumbradamente enxergavam o exterior como qualidade, começaram a vender uma FALSA imagem nossa. E o que os estrangeiros pensavam da mulher brasileira como fantasia secreta virou algo oficial com a aprovação do governo e o povo achando graça. E desde quando algum presidente com alguma boa intenção começou a governar até hoje a  presidente Dilma, nada mudou. Inclusive Dilma, mulher e hoje no poder, acha legar ter uma escola de samba com mulheres semi-nuas dançando na abertura da Rio 2016 pois aqui "ninguém trabalha, somos alegres, tem sol e praia, festas". Se somos vistos como macacos selvagens de modo torto e fantasioso, a nossa presidente mulher quer oficializar isso com um ato assustador para inflar o seu ego e por capricho de afirmar aos estrangeiros que falsamente "Isto é Brasil". A dita presidente sabe o poder da simbologia e da propaganda? Para que mostar o Brasil como um estado forte, nossas qualidades e coisas boas de verdade? Ah, claro. Melhor mostrar fantasias de palhaços, bundas, praias e calor. Ou seja, o que infelizmente pensam da gente. E depois queremos respeito.

Nosso ministério do turismo também hoje ajuda este sistema ao nos vender como reduto de belezas naturais, mulheres nuas, um povo alegre com simpatia e burrice, sol, praias e festas.Nossa gastronomia, nossa história e tantas outras qualidades que podem ser uma boa forma de turismo são renegados. Outros lugares usam isso e sabem vender todas as suas qualidades. O Brasil vende um lugar de fantasias muito longe da realidade do real povo sofrido e batalhador que gostaria de ser visto de modo diferente. Alegria sim, mas também coisas boas ao invés de samba, praia, bunda e simpatia mesmo em desgraças. Um basta a essa imagem de palhaços do mundo seria bom.

Além disso, possuímos as deslumbradas, que diferente das mulheres inocentes e desinformadas da idade média que viviam aqui, hoje possuem conhecimento de muitas coisas mas ainda adoram ostentar homens estrangeiros e querem pegar geral pois isso é "coisa de brasileira forte e liberal". Se olharmos as novelas, piriguetes são sempre valorizadas e vistas como pessoas legais. Os homens canalhas são vistos do mesmo modo. Pessoas do bem nunca são valorizadas por serem chatas e caem sempre na mesmice. O velho papo, melhor ser bandido que policial. E isto no Brasil é muito comum possuindo apoio popular e do governo, aonde tudo é "engraçado". Basta vermos as novelas e a nossa cultural geral que nacionalizou os vagabundos e vagabundas como exemplo e isto talvez tenha surgido na semana de arte moderna em 1922 como uma forma da nacionalizar o que é mentirosamente visto como o "verdadeiro Brasil e o povo brasileiro": sacanagem, palhaçadas, falta de valores e vulgaridade. Parece que conseguiram pois isso dura até hoje.

Nos auto-sabotamos e alimentamos o deslumbramento do povo deslumbrado ao não diferenciar as laranjas boas das laranjas podres. E assim, possuímos a simpatia de muitos mas o respeito de ninguém.

Por isso esta fama da mulher brasileira e de outras coisas fantasiosas que nos perseguem e são sempre comentadas em muitos blogs de brasileiros e brasileiras mudo afora que sofrem com isso.

Como vai ser isso depois da copa do mundo e da Rio 2016? Pelo modo que o nosso governo pensa, o nosso povo pensa e pelo deslumbre atual isso vai ser muito pior. Felizmente, ainda existem pessoas que questionam esta imagem mentirosa. Devemos começar a falar o que pensamos, a questionar estes valores invertidos e quem ajuda a propagar esta triste imagem do Brasil, seja homem ou mulher.