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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

O que difere o Brasil dos Estados Unidos? Patriotismo


Quem mora aqui nos Estados Unidos percebe isso. Excelente texto.

*PATRIOTISMO, SIM SENHOR !*

Olavo de Carvalho – Jornalista, Filósofo e Cientista Político.
Como todos os meninos da escola na minha época, eu não podia cantar o Hino Nacional ou prestar um juramento à bandeira sem sentir que estava participando de uma pantomima. A gente ria às escondidas, fazia piadas, compunha paródias escabrosas.
Os símbolos do patriotismo, para nós, eram o supra-sumo da babaquice, só igualado, de longe, pelos ritos da Igreja Católica, também abundantemente ridicularizados e parodiados entre a molecada, não raro com a cumplicidade dos pais. Os professores nos repreendiam em público, mas, em segredo, participavam da gozação geral.
Cresci, entrei no jornalismo e no Partido Comunista, freqüentei rodas de intelectuais.
Fui parar longe da atmosfera da minha infância, mas, nesse ponto, o ambiente não mudou em nada: o desprezo, a chacota dos símbolos nacionais eram idênticos entre a gente letrada e a turminha do bairro.
Na verdade, eram até piores, porque vinham reforçados pelo prestígio de atitudes cultas e esclarecidas. Graciliano Ramos, o grande Graciliano Ramos, glória do Partidão, não escrevera que o Hino era "uma estupidez"?
Mais tarde, quando conheci os EUA, levei um choque. Tudo aquilo que para nós era uma palhaçada hipócrita os americanos levavam infinitamente a sério.
Eles eram sinceramente patriotas, tinham um autêntico sentimento de pertinência, de uma raiz histórica que se prolongava nos frutos do presente, e viam os símbolos nacionais não como um convencionalismo oficial, mas como uma expressão materializada desse sentimento.
E não imaginem que isso tivesse algo a ver com riqueza e bem-estar social. Mesmo pobres e discriminados se sentiam profundamente americanos, orgulhosamente americanos, e, em vez de ter raiva da pátria porque ela os tratava mal, consideravam que os seus problemas eram causados apenas por maus políticos que traíam os ideais americanos.
Correspondi-me durante anos com uma moça negra de Birmingham, Alabama. Ali não era bem o lugar para uma moça negra se sentir muito à vontade, não é mesmo?
Mas se vocês vissem com que afeição, com que entusiasmo ela falava do seu país! E não só do seu país: também da sua igreja, da sua Bíblia, do seu Jesus. Em nenhum momento a lembrança do racismo parecia macular em nada a imagem que ela tinha da sua pátria.
A América não tinha culpa de nada. A América era grande, bela, generosa. A maldade de uns quantos não podia afetar isso em nada. Ouvi-la falar me matava de vergonha.
Se alguém no Brasil dissesse essas coisas, seria exposto imediatamente ao ridículo, expelido do ambiente como um idiota-mor ou condenado como reacionário um integralista, um fascista.
Só dois grupos, neste país, falavam do Brasil no tom afetuoso e confiante com que os americanos falavam da América.
O primeiro era os imigrantes: russos, húngaros, poloneses, judeus, alemães, romenos. Tinham escapado ao terror e à miséria de uma das grandes tiranias do século (alguns, das duas), e proclamavam, sem sombra de fingimento: "Este é um país abençoado!" Ouvindo-nos falar mal da nossa terra, protestavam: "Vocês são doidos.
Não sabem o que têm nas mãos". Eles tinham visto coisas que nós não imaginávamos, mediam a vida humana numa outra escala, para nós aparentemente inacessível. Falávamos de miséria, eles respondiam: "Vocês não sabem o que é miséria".Falávamos de ditadura, eles riam: "Vocês não sabem o que é ditadura".
No começo isso me ofendia. "Eles acham que sabem tudo", dizia com meus botões.Foi preciso que eu estudasse muito, vivesse muito, viajasse muito, para entender que tinha razão, mais razão do que então eu poderia imaginar.
A partir do momento em que entendi isso, tornei-me tão esquisito, para meus conterrâneos como um estoniano ou húngaro, com sua fala embrulhada e seu inexplicável entusiasmo pelo Brasil, eram então esquisitos para mim.
Digo, por exemplo, que um país onde um mendigo pode comer diariamente um frango assado por dois dólares é um país abençoado, e as pessoas querem me bater.
Não imaginam o que possa ter sido sonhar com um frango na Rússia, na Alemanha, na Polônia, e alimentar-se de frangos oníricos.
Elas acreditam que em Cuba os frangos dão em árvores e são propriedade pública. Aqueles velhos imigrantes tinham razão: o brasileiro está fora do mundo, tem uma medida errada da realidade.
O outro grupo onde encontrei um patriotismo autêntico foi aquele que, sem conhecê-lo, sem saber nada sobre ele exceto o que ouvia de seus inimigos, mais temi e abominei durante duas décadas: os militares.
Caí no meio deles por mero acaso, por ocasião de um serviço editorial que prestava para a Odebrecht que me pôs temporariamente de editor de texto de um volumoso tratado O Exército na História do Brasil.
A primeira coisa que me impressionou entre os militares foi sua preocupação sincera, quase obsessiva, com os destinos do Brasil.
Eles discutiam os problemas brasileiros como quem tivesse em mãos a responsabilidade pessoal de resolvê-los. Quem os ouvisse sem saber que eram militares teriam a impressão de estar diante de candidatos em plena campanha eleitoral, lutando por seus programas de governo e esperando subir nas pesquisas junto com a aprovação pública de suas propostas.
Quando me ocorreu que nenhum daqueles homens tinha outra expectativa ou possibilidade de ascensão social senão as promoções que automaticamente lhes viriam no quadro de carreira, no cume das quais nada mais os esperava senão a metade de um salário de jornalista médio percebi que seu interesse pelas questões nacionais era totalmente independente da busca de qualquer vantagem pessoal.
Eles simplesmente eram patriotas, tinham o amor ao território, ao passado histórico, à identidade cultural, ao patrimônio do país, e consideravam que era do seu dever lutar por essas coisas, mesmo seguros de que nada ganhariam com isso senão antipatias e gozações.
Do mesmo modo, viam os símbolos nacionais - o hino, a bandeira, as armas da República - como condensações materiais dos valores que defendiam e do sentido de vida que tinham escolhido. Eles eram, enfim, "americanos" na sua maneira de amar a pátria sem inibições.
Procurando explicar as razões desse fenômeno, o próprio texto no qual vinha trabalhando me forneceu uma pista.
O Brasil nascera como entendida histórica na Batalha dos Guararapes, expandira-se e consolidara sua unidade territorial ao sabor de campanhas militares e alcançara pela primeira vez, um sentimento de unidade autoconsciente por ocasião da Guerra do Paraguai, uma onda de entusiasmo patriótico hoje dificilmente imaginável.
Ora, que é o amor à pátria, quando autêntico e não convencional, senão a recordação de uma epopéia vivida em comum?
Na sociedade civil, a memória dos feitos históricos perdera-se, dissolvida sob o impacto de revoluções e golpes de Estado, das modernizações desaculturantes, das modas avassaladoras, da imigração, das revoluções psicológicas introduzidas pela mídia.
Só os militares, por força da continuidade imutável das suas instituições e do seu modo de existência, haviam conservado a memória viva da construção nacional.
O que para os outros eram datas e nomes em livros didáticos de uma chatice sem par, para eles era a sua própria história, a herança de lutas, sofrimentos e vitórias compartilhadas, o terreno de onde brotava o sentido de suas vidas.
O sentimento de "Brasil", que para os outros era uma excitação epidérmica somente renovada por ocasião do carnaval ou de jogos de futebol (e já houve até quem pretendesse construir sobre essa base lúdica um grotesco simulacro de identidade nacional), era para eles o alimento diário, a consciência permanentemente renovada dos elos entre passado, presente e futuro.
Só os militares eram patriotas porque só os militares tinham consciência da história da pátria como sua história pessoal.
Daí também outra diferença. A sociedade civil, desconjuntada e atomizada, é anormalmente vulnerável a mutações psicológicas que induzidas do Exterior ou forçadas por grupos de ambiciosos intelectuais ativistas apagam do dia para a noite a memória dos acontecimentos históricos e falseiam por completo a sua imagem do passado.
De uma geração para outra, os registros desaparecem, o rosto dos personagens é alterado, o sentido todo do conjunto se perde para ser substituído, do dia para a noite, pela fantasia inventada que se adapte melhor aos novos padrões de verossimilhança impostos pela repetição de slogans e frases-feitas.
Toda a diferença entre o que se lê hoje na mídia sobre o regime militar e os fatos revelados no site de Ternuma vem disso. Até o começo da década de 80, nenhum brasileiro, por mais esquerdista que fosse, ignorava que havia uma revolução comunista em curso, que essa revolução sempre tivera respaldo estratégico e financeiro de Cuba e da URSS, que ele havia atravessado maus bocados em 1964 e tentara se rearticular mediante as guerrilhas, sendo novamente derrotada.
Mesmo o mais hipócrita dos comunistas, discursando em favor da "democracia", sabia perfeitamente a nuance discretamente subentendida nessa palavra, isto é, sabia que não lutava por democracia nenhuma, mas pelo comunismo cubano e soviético, segundo as diretrizes da Conferência Tricontinental de Havana.
Passada uma geração tudo isso se apagou. A juventude, hoje, acredita piamente que não havia revolução comunista nenhuma, que o governo João Goulart era apenas um governo normal eleito constitucionalmente, que os terroristas da década de 70 eram patriotas brasileiros lutando pela liberdade e pela democracia.
No Brasil, a multidão não tem memória própria. Sua vida é muito descontínua, cortada por súbitas mutações modernizadoras, não compensadas por nenhum daqueles fatores de continuidade que preservava a identidade histórica do meio militar.
Não há cultura doméstica, tradições nacionais, símbolos de continuidade familiar. A memória coletiva está inteiramente a mercê de duas forças estranhas: a mídia e o sistema nacional de ensino.
Quem dominar esses dois canais mudará o passado, falseará o presente e colocará o povo no rumo de um futuro fictício. Por isso o site de Ternuma é algo mais que a reconstituição de detalhes omitidos pela mídia.
É uma contribuição preciosa à reconquista da verdadeira perspectiva histórica de conjunto, roubada da memória brasileira por manipuladores maquiavélicos, oportunistas levianos e tagarelas sem consciência.
Perguntam-me se essa contribuição vem dos militares? Bem, de quem mais poderia vir?
Olavo de Carvalho

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Exemplos de antiamericanismo de jovens com mentes lavadas por professores que doutrinam ao invés de ensinar



Faz 5 dias que uma prima de terceiro grau minha deixou a casa que moro com meu marido, filhos e 2 netas. Como resido em uma casa enorme e mais afastada, hospedo temporariamente estudantes e pessoas legalizadas que querem passar um tempo aqui nos Estados Unido para aprender inglês e em geral o pessoal se adapta bem e tenta entrar e entender o estilo de vida local .

Dica geral: adapte-se no exterior ou longe da sua casa pois você não está no seu país.

Minha prima de terceiro grau é jovem mas embora tenha viajado para fora patrocinada pelos pais que trabalham duro para dar um conhecimento diferencidado, foi a primeira a puxar argumentos puxados politicamente para a esquerda. Confesso que fiquei supresa de um modo negativo mas sendo parente mesmo que distante, evitei de criar conflito ainda mais na frente das minhas netas.

A menina de 19 anos é defensora do feminismo, idealista e acha que os Estados Unidos se assemelham aos norte-coreanos. Que imbecilidade para uma pessoa assim jovem :(
Ela nem se parece com os primos que hoje vivem bem e nascidos aqui que sabem que familiares vieram do Brasil mas consideram-se norte-americanos. Notei uma certa inveja por parte da garota que muito orgulhosa evitou de mostrar humildade querendo a todo momento peitar o sistema que favorece e ajuda milhares de brasileiros que trabalham duro. Ela somente falou da Venezuela e condenava Trump. ( Na nossa casa, todos que podiam votar, votaram em Trump).

Mas o que esperar de jovens cegos por um antiamericanismo e com mentes lavadas por professores brasileiros que doutrinam ao invés de ensinar?



Notei alguns pontos desta geração:

1- Muitos falam mal do capitalismo mas tem uma vida relativamente boa paga com o dinheiro dos pais que trabalham duro para dar o que nunca tiveram (grande erro fazer isso ao educar seus filhos acho eu)

2-Usufruem dos bens e tecnologias proporcionados pelo capitalismo mas falam mal do capitalismo

3-Quando chegam aqui nos Estados Unidos somente faltam comprar a roupa dos policiais pois sabem que aqui tudo custa menos devido ao livre mercado e impostos mais baixos

4-Mesmo notando cubanos, brasileiros, europeus e tantos outros imigrantes legais vivendo relativamente bem aqui nos Estados Unidos, fingem-se de cegos e tentam achar falhas a toda hora para mostrar que o Brasil ou outro lugar possuem um sistema melhor.

5-Fingem não ver na TV e internet casos de imigrantes ilegais de terras socialistas que fogem aqui para os Estados Unidos. Deve ser ruim morar aqui.....rsrsrsrs

6-Lembrei disso ao ver no Brasil estudantes falando bem da Venezuela e condenando um rapaz venezuelano que desmascarou esta conversa toda em uma universidade brasileira

7-Agem como se fossem oprimidos e vivem em uma bolha da fantasia mesmo vivendo no Ocidente

8-Querem comparar a Europa como modelo aonde terroristas usam bombas e se apoiam nos movimentos de esquerda e ao politicamente correto para confrontar uma policia desarmada. Fica claro que o povo europeu hoje virou massa de manobra passiva para os seus governantes.

9-Adoram reviver a conversa da ditadura dos anos 60/70 mesmo tendo somente 20 anos. Fingem desconhecer que Dilma e outros dos nossos adorados politicos queriam implementar a ditadura do proletariado (existem filmes deles mesmos falando sobre este tema)

10-Aqui nos Estados Unidos militares são bem vistos em geral e arrisco a dizer que em outras lugares a coisa se repete pois as pessoas estudaram o passado, principalmente a II guerra e o comunismo. Viajo pelo mundo pois trabalho com turismo. Os militares fazem muitas vezes um trabalho duro e arriscam a vida para proteger a nação de inimigos. Em qualquer lugar do planeta as coisas andam assim. Policias igualmente são valorizados em geral. Mas no Brasil, aonde bandidos foram sempre idolatrados desde Lampião e hoje o mesmo acontece nas novelas da Globo e favelas, a cultura modificou o pensamento comum e quem nos serve e protege virou vilão.

11- Esta geração possui falta de humildade e se demonstra incapaz de observar fatos. Qualquer conversa de botequim levada a esquerda os cativa como zumbis.

12-Vivendo no Brasil em geral defendem um Estado enorme e falta do livre mercado. Mas adoram viajar para comprar aonde tudo custa menos por causa do livre mercado e Estado menor.

13- Usam e abusam de relativismo moral e cultural. Muitos reclamam dos valores invertidos mas ao mesmo tempo pregam os valores invertidos

14- Vangloriam artistas de esquerda que dizem odiar o capitalismo mas cobram caro por shows e produtos.

15- Falam de pacifismo e paz no mundo mas se comportam de maneira violenta quando possuem dogmas esquerdistas questionados com fatos.

16-Comparam um presidente eleito em uma democracia com um ditador comunista de terceira geração. Que grande amostra de desonestidade intelectual.

17- Fazem vitimismo e culpam o passado para enfraquecer a sociedade como se negros e outras tidas minorias nunca tivessem escravizado e cometido crimes. Existem negros conservadores (eu me incluo) que desmistificam este mito da esquerda. E se este povo tanto gosta do continente africano porque mora aqui nos EUA e usufrui de tudo de bom que os EUA geram?

18- Diplomacia. Esta molecada quer que o Brasil se una a somente ditadores e esquerdistas se baseado neste antiamericanismo juvenil.

Resumindo: o jovem brasileiro em geral ficou mais idiota.

Claro que existem pessoas deste tipo aqui nos Estados Unidos. Os liberais daqui (esquerda norte- americana) se comporta de modo igual a brasileira. E como o nome do nosso blog diz somos contra o deslumbramento de achar que tudo que é de fora se torna automaticamente melhor que o Brasil. Os EUA possuem defeitos sim. Mas isso vai ser um outro texto

 Mas o nosso ponto é: ainda estamos muito atrasados se comparados com os norte-americanos embora os EUA e Brasil tenham sido descobertos quase juntos. Esta geração cega e doutrinada por um antiamericanismo juvenil de professore de humanas deixou de ver fatos para ser zumbi. Triste fim de pessoa cogitadas para serem o futuro do Brasil.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Felipe Werdum, irmão de lutador do UFC pagando de justiceiro social e falando do que não sabe

             (O justiceiro social, Felipe Werdum (canto direito) ao lado do irmão  lutador do UFC)

 Na internet podemos achar muitas coisas. Fatos comprovados com pesquisa e lógica que geram bom debates. Mas muita porcaria também.

Apareceu um link na minha linha do tempo depois de uma amiga minha que mora aqui nos EUA ter comentado. Fui ver do se tratava e para a minha surpresa, assisti um show de besteira. O link era um vídeo de Felipe Werdum, irmão lutador do UFC, Felipe Werdum.

Felipe mostra o que é o perigo de ter dinheiro sem cultura, sem saber ler e ter estudado. Algo que me faz lembrar o LULA bandido de 9 dedos.

O rapaz provavelmente quer algum cargo político no Brasil no futuro e pelo jeito que fala e jargões manjados que usa vai fazer inveja ao Jean Wyllys.

Em um dos muitos vídeos que posta falando cheio de gírias, o justiceiro social Felipe Werdum afirma que não é de direita nem esquerda pois são tudo a mesma coisa. Embora possamos entender a falta de confiança nos políticos do Brasil, sabemos que existe uma enorme diferença entre direita e esquerda. Felipe aqui mostra a sua ignorância do assunto:

-Direita ( aqui representada por liberais e conservadores. O termo liberal aqui dos Estados Unidos é diferente do termo liberal do Brasil. Pelo texto ser em português nos referimos ao termo do Brasil)  : menos impostos, empregos e desenvolvimento para o povo sair de ajuda social do governo (bolsas esmolas), facilidade de abrir e fechar empresas com menos intervenção do governo, abrir o mercado para empresas de outros lugares para ter mais concorrência, valores definidos sobre o que é certo e errado, leis duras para bandidos, valores de base como meritocracia, família, apoio a democracia, armamento do povo que hoje perde a vida para bandidos armados, etc.

-Esquerda (aqui representada por socialistas, comunistas e afins): Estado baba, impostos para pagar mais bolsas esmola, intervenção do governo em tudo ou quase tudo, mercado fechado para o mundo ou aberto para aqueles empresários apadrinhados do Estado, relativismo moral, desarmamento do povo enquanto bandido anda armado, apoio a ditaduras enquanto fala de democracia, aborto, feminismo e tantas outra coisas.

Ou seja, Felipe, existe um mar de diferença entre direita e esquerda. Ninguém pode comparar Ludwig von Mises, Olavo de Carvalho, Roger Scruton, Milton Friedman entre tantos outras pessoas mais a direita com psicopatas esquerdistas como Karl Marx.

Felipe por sinal anda todo preocupado com o Brasil mas MORA AQUI NOS ESTADOS UNIDOS (hipocrisia???), aonde existe a esquerda também (democrats). O que diferencia os EUA do Brasil é a grande quantidade de pessoas e valores com base mais ligadas a direita. Por isso aqui não existem muitas leis trabalhistas mas os trabalhadores ganham mais, trabalham mais e ficam felizes de vir trabalhar aqui (muitos fugindo de terra natal mais ligadas a esquerda como no caso Cuba).
 
Felipe vai além ao vomitar besteiras. Culpa a classe média e ricos por serem contra os pobres e defende pessoa revoltada que vira bandido pois tem inveja e falta de oportunidade. Mas Felipe é classe média, tendo ido morar na Espanha e Estados Unidos desde muito cedo. O irmão é lutador e ganha o pão tendo contrato com a maior empresa norte-americana de lutas do planeta. Felipe dirige carro norte-americano (com poucos impostos graças a luta de direitistas norte-americanos) e faz vídeos do seu I-phone.

Teria um ladrão razão de atacar Felipe por ele ter conforto e dinheiro? Para um direitista que tem como mantra a meritocracia e direito a livre propriedade, óbvio que não. Mas para o próprio Felipe, SIM.

Felipe faz uma salada de frutas nos seus vídeos. Acha que tudo se resolve na base da ajuda social (mas ele ajuda alguém?). Pois bem, direitistas sabem disso e muitos são cristãos, sendo que as igrejas e em especial a igreja católica faz caridade por séculos pelo planeta. Empresários muitas vezes ajudam muitas pessoas com empregos e outras coisas. João Dória é um exemplo disso em SP.

Somente falta dizer ser contra a violência sendo que o irmão é lutador de vale-tudo. Bela lógica, hein?

Ou seja, quem precisa se informar antes de dar "openeum" na internet é riquinho classe média do Rio Grande do Sul que tem a síndrome do Lula e se achar superior por morar aqui nos Estados Unios mas acha que falta de estudo e falar errado o faz ser mais popular. O tal populismo da internet.

Moro aqui no exterior faz mais de 30 anos, tendo netos e filhos aqui. Poderia arrotar arrogância como este rapaz faz e muitas outras pessoas fazem ao descerem do avião no exterior. Na verdade, sempre estou aprendendo e para aprender eu LEIO e ESTUDO.


Debater com quem quer que seja é saudável mas uma base mínima de conhecimento se faz necessária. E este talvez seja o maior problema do brasileiro que opina sem ter lido sobre assuntos que nem domina.




sexta-feira, 14 de abril de 2017

Profissão: dondoca feminista blogueira casada com gringo e vivendo no exterior



Morando fora por mais de 30 anos venho notando algo estranho faz um bom tempo.
A enorme quantidade de blogs escritos por madames dondocas feministas que tem como profissão terem casada com um gringo e contando futilidades na internet.

Este tipo tem um perfil clássico.

Sempre foi aquela feminista forte e moderna que reclama do turismo sexual e da imagem da mulher brasileira MAS foi se relacionar com um gringo que veio ao Brasil pelo carnaval ou se apaixonou pela vulgaridade da mulher brasileira.

Este tipo nunca se casaria com um pedreiro brasileiro por exemplo ou criador de porcos MAS no exterior se apaixona por qualquer profissional desde que gringo.

Em geral suportam politicamente a esquerda.

Ficam falando de futilidades no Facebook como o molho da comida aqui é assim, a chuva cai assim e outras besteiras.

Forte tendências feministas.

Se reúnem em grupos para fofocar sobre mais futilidades e ainda se acham intelectuais por isso.

Enquanto isso o marido fica bancando este tipo de mulher com trabalho sério enquanto elas fazem um trabalho aqui, outro acolá.

Desconhecem a historia do Brasil, da própria cidade e quem sabe da própria família MAS se acham as entendidas de museu e historia de outros lugares.

No Brasil achavam fritar um ovo opressão machista mas querem ser metidas a falar de culinária japonesa, tailandesa ou qualquer outra desde que gringa.

Possuem tanto orgulho do Brasil e de serem brasileiras mas foram morar fora e ainda deram a chave de periquita em um gringo carente ou turista sexual.

E hoje vivem contando nos seus blogs futilidades.

O caso mais chocante que li foi de uma brasileira que morava no RJ e saia muito no carnaval (moça de família, sei....) MAS de repente se apaixonou por um gringo na Alemanha e depois de uma semana veio encher o saco do coitado. O gringo morava em uma cidadezinha e criava vaca, javali e porcos. Tinha uma vida dura. E como era mais que óbvio fez a carioca funkeira amante de carnaval a acordar cedo e trabalhar.
A feminista funkeira ficou cheia de mimimi que a vida era dura e tudo o mais.

Ela achava quer iria ficar coçando a Janaína todo o dia enquanto o gringo trabalhasse pra ela.

Hoje se "apaixonou" por outro gringo com mais status e fica de mimimi no facebook que a vida é dura e vive no primeiro mundo.

Se alguém mora no exterior por mais de 20 anos vai perceber esta febre. E detalhe: falam tanto de igualdade, falam mal do capitalismo e de como a Europa e EUA exploraram o mundo (uma grande mentira) MAS se casam com os gringo de olho azul desde que tenham $$$.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Mulher brasileira: o câncer da imagem do Brasil no exterior



Navegando na internet podemos encontrar blogs e textos de muitos autores sobre um fato mais que consumado: a imagem da mulher brasileira, vista como prostituta e vulgar. Se o meu filho se relacionar com alguma brasileira vai ser deserdado. Falei isso pra ele.

Por eu ser mulher, trabalhar com turismo sério (um futuro post), viajando pelo mundo e morando nos Estados Unidos faz mais de 25 anos fico triste e ao mesmo tempo revoltada com o que vi no exterior. E embora muitas pessoas ligadas a esquerda culpam o destino pela esta infeliz imagem que nos persegue, cada dia tenho mais certeza que é a própria mulher brasileira que aumenta esta imagem nojenta.

Das mulheres brasileiras que moram no exterior, 90% queimam o filme de algum modo. E mostram como propagam o câncer da imagem do Brasil no exterior.

Mulher brasileira de qualquer classe social no exterior em geral demonstra ser:

1-Ignorante e deslumbrada com qualquer coisa de fora;
2-Mas se acha intelectual por isso e quer ostentar perante os outros;
3-Para se sentir integrada e conseguir uma vida com mais conforto sem esforço, faz sexo com o primeiro estrangeiro que aparecer;
4-Faz isso e vai comentar na internet ostentando homem pela nacionalidade;
5-Vai fazer bullying com mulher que é casada com brasileiro;
6-Vai se unir as amigas feministas para criar blogs de empoderamento e falar de como é moderna, enquanto o homem sustenta ela;
7-Vai trair o marido gringo com o primeiro brasileiro que aparecer;
8-Se ela muda de nação, vai seguir a regra de namorar, casar ou fazer sexo com o "novo amado" deste novo lugar;
9-Vai adorar dizer que é do Brasil, linda e poderosa, sempre aliando a imagem dela ao Brasil e sensualidade;
10- Vai usar e abusar de roupas vulgares embora umas santinhas sejam iguais ou pior;
11- Se der algum problema pra ela que vai se queimar e nos queimar, vai colocar a culpa na bebida;
12- Vai mudar de cidade ou continente até achar um lugar que ninguém conheça ela e vai virar "santa";
13- Muitas acabam solteiras e culpam o planeta por isso;
14- Viram feministas de fé e querem legalizar as prostitutas;
15- Apelam pro relativismo moral;
16- Depois de se comportarem assim nas Olimpíadas e na Copa, atirando pra qualquer lado, ficam de mimimi falando mal do turismo sexual..

Salvo alguns casos aonde meninas e mulheres realmente sofrem com exploradores e bandidos, mais de 95% das brasileiras que moram fora tem nenhuma moral para falarem que sofrem. A maioria vai pro exterior pra caçar homem gringo e postar na internet. Mas fica de mimimi depois.

Quem trabalha com turismo sério e tente fazer um bom trabalho, vai sofrer mais sendo mulher. Passei por muitas por culpas destas prostitutas declaradas ou carinha de boazinha.





sábado, 31 de dezembro de 2016

Turismo sexual nada: Carol Moreira, brasileira afetada pelo feminismo entrevista Vin Diesel e é desmascarada pelo povo


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Uma conhecida minha bipolar postou que o ator Vin Diesel foi fazer turismo sexual no Brasil. Como ela é bipolar e simpatizante das vadias do feminismo, fui pesquisar. Vi que  nesta despedida de 2016 outra brasileira feminazi quis causar mas se deu mal. Como estas imbecis me fazem ter vergonha de ser mulher brasileira  :(

Este tipo de vagabunda é assim: Uma hora é a forte, moderna, faz tudo que os homens fazem mas depois faz vitimismo. 
Isto é a doença chamada feminismo. Coisa de mulher imbecil e com sérios problemas mentais. O que fazem estas loucas? Relativizam tudo, praticam e pregam o turismo sexual, provam o sangue menstrual e pregam o sexo entre pais e filhos. E claro, defendem o comunismo. E ainda fogem da Gilette.


Este tipo de mulher desta geração é aquele tipo que grita sobre ser poderosa e depois chora. Aqui no exterior é o que mais tem: mulheres como a Carol Moreira que ficam se esfregando em macho (se for gringo elas querem estuprar o cara e dar de primeira para pegar o passaporte, contar pros familiares e amigas pra ter status) mas depois quando o rapaz nota que brasileira é chave de cadeia por ser fácil e vulgar, a piranha fica achando o mundo um lugar "opressor" e muitas vezes acusa de assédio quando os homens escapam de vagabunda. O cara obviamente faz a propaganda do Brasil e da mulher brasileira como puta (e pessoas como eu que pagam isso sem culpa) mas a vadia fica fazendo mimimi quando o golpe do passaporte falha. Desculpa de mulher canalha e desonesta e afetada pelo feminismo. Pode depois casar de branco na Igreja, ter filhos mas uma coisa ela sabe no fundo da sua alma pútrida  puta é puta. Assim como é Carol Moreira, uma vadia feminista desequilibrada.

 A youtuber brasileira feminazi, Carol Moreira, talvez não fizesse ideia que sua reclamação ganharia tamanha repercussão. A moça gravou uma entrevista com o astro do cinema, #Vin Diesel, durante sua vinda ao Comic Com Experience 2016, que aconteceu em São Paulo, mas decidiu gravar uma introdução para a entrevista, dizendo que se sentiu muito desconfortável com o ator interrompendo a entrevista para falar da sua beleza.
Vin Diesel, que deveria estar drogado ou embriagado pra elogiar a moça, falou para a rapargida que ela era bonita. Nada mais.
Isto faz lembras aquelas feministas que dizem que homens sumiram e pararam de elogiar, mas se alguém simplesmente elogiar, vira machismo e sabemos daquele mimimi todo. Faça algo ou deixe de fazer, para uma feminista tudo é machismo culpa do capitalismo, racismo e outras destas besteiras.

Carol, feminista hipócrita, foi entrevistar um outro ator, sentou no colo e o ator americano ainda fez um strip pra ela. Enquanto isso a fama do Brasil e a nossa fama, né, Carol.
Carol ainda ficou toda "feliz" e elogiou o lutador de MMA Shogun, (foto de abertura) usando o Twitter, sendo que o rapaz é casado e tudo o mais.

Mas claro, como sempre acontece com uma feminista, elas podem fazer o que quiserem que usam a desculpa da liberdade. Mas se acontece o inverso, para elas é um crime.




Após críticas nacionais e internacionais, ela não suportou as consequências e decidiu desativar a opção de comentários no Youtube e no Instagram.


Carol, que afirmou ter sido abusada pelo ator, POSTOU FATOS COM O ATOR CHEIA DE CHAMEGO. O povo desmascarou ela sem piedade.

Carol é uma louca feminista. Posta 2 coisas completamente opostas e ainda faz foto com quem assediou e abusou ela? Que lógica é essa? Todas feministas pelo jeito bebem alguma bebida que afeta a capacidade de raciocínio.


Vin Diesel recebeu milhares de mensagens de apoio dizendo que ele não deveria se desculpar por algo que ele não fez. As mensagens vieram de pessoas de todo o mundo. Carol recebeu  muitas críticas. O fato é simples: Vin é um grande ator e Carol não estava preparada para entrevistá-lo.Quis aparecer na conta do ator mas se deu mal. No último sábado, 24, Vin Diesel se pronunciou sobre a polêmica e disse o que todos já esperavam: foi tudo uma brincadeira. Fãs concordaram que Vin sempre brinca durante as entrevistas e tais atos podem ser comprovados em coletivas do longa Velozes e Furiosos.

Ele afirmou que gosta de deixar o clima descontraído e que estava no Comic Con, então queria descontrair mais. Também salientou que nunca quis ofender ninguém e divulgou a entrevista completa, que já tem mais de 6 milhões de visualizações, em que as imagens feitas de outro ângulo mostram que ele estava apenas brincando, que não havia uma produtora cobrando que a entrevista terminasse logo e que até os dois cinegrafistas estavam se divertindo com as brincadeiras do ator.

Carol é mais uma dentre outras que tive o desprazer de conhecer aqui no exterior. Faltam-me palavras para descrever este tipo de mulher brasileira nojenta que tanto prejudica os outros com suas atitudes e sempre fazendo a nossa fama crescer.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Mulher, negra, imigrante: por quais motivos eu e muitas outras votaram no Trump?


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Novembro de 2016. Trump venceu e vai ser o futuro presidente dos Estados Unidos.

Muitos brasileiros hoje usam a internet para opinar assim como outras nacionalidades opinam sobre o Brasil. Este é barato da internet. Porém, antes de opinar sempre devemos analisar fatos e dados. Existe quem pensa, analisa fatos e opina com lógica. E existe imbecil emotivo que é ignorante em certos assuntos e fica dando "openeaum" sem pé e nem cabeça.

Moro aqui nos Estados Unidos legalmente faz um bom tempo. Sou mulher, negra e imigrante. Respeito a lei daqui. Sei que a Austrália é a Austrália. Estados Unidos é Estados Unidos. Brasil é Brasil e assim vai. Cada lugar é diferente do outro, com leis e fronteiras.  Se alguém quer morar em um outro lugar, deve se adaptar como convidado que é. Se não é feliz, o aeroporto é aberto 365 dias por ano. Nem todo mundo nasceu para morar no exterior assim como nem todo mundo nasceu para fazer a mesma coisa. Se defender de grosserias de estrangeiro mal educado é uma coisa mas querer arrotar poder sendo uma imigrante é outra. Respeite, siga as leis locais e adapte-se. Este deveria ser o mantra do imigrante legal.

Mas Trump é assim como diz a mídia esquerdista do Brasil (incluindo a Globo??)
A mídia culpou Trump de 95% dos crimes da humanidade. O homem foi xingado de machista, racista e tudo o mais por zumbis da esquerda. Uns idiotas úteis brasileiros doutrinados em escolas com professores de esquerda até compartilham uma canção do Green Day (Idiota americano) como se fossem superiores. Pois bem estes mesmos imbecis votam na Dilma, Lula, Freixo, Luciana Genro ou BBBs como o Jean Wyllys. A canção do Green Day fala das pessoas idiotizadas pela mídia, esta que apoiava Hillary.

Resumindo: se tinha uma coisa que 98% da mídia não queria, era a vitória do Trump. E Trump passa longe de ser este monstro pintado por jornalistas esquerda caviar.
A mídia é de esquerda! A Hillary é metida em um monte de escândalo, de quando era do governo Obama...A Hillary e suas relações corruptas, Obama e seu apoio incondicional à Jihad islâmica. E ninguém falou nada.




Isto parece muito aquela conversa aonde esquerdistas falam mal da Globo mas 80% dos artistas da Globo e jornalistas fazem parte da esquerda (caviar, diga-se de passagem). 

Mas e o brasileiro? Bem o brasileiro não é o centro do mundo e ninguém tem o dever de agradar o Brasil, México ou qualquer outro durante estas eleições presidenciais.

As eleições eram sobre os EUA. Se o leitor ou leitora não mora nos EUA, não pensa em morar aqui ilegalmente....não precisa se preocupar com a política americana. Simples. Pode e deve opinar mas sem cair no antiamericanismo estudantil promovido por professores esquerda caviar do Brasil. Tente opinar com sabedoria e aprender mas focalize na cidade aonde mora ou no Brasil. Opine com fatos sempre.

Mas e os brasileiros ilegais que vivem nos USA? Sempre aconselhamos as pessoas a NUNCA virem morar no exterior ilegais. Venha com tudo em dia, estude, trabalhe e economize. Entre pela porta da frente. É o correto e cada lugar tem o DIREITO DE DEFENDER AS SUAS FRONTEIRAS. A lei é pra ser respeitada, isso não esta em opiniões. Chega desta cultura do jeitinho.

Pensando em fazer turismo nos EUA ? Venha. Não vai mudar nada. Trump nunca vai proibir turismo aos brasileiros que gastam bilhões todos os anos aqui. O Brasil tem um estado inchado e ineficiente que demoniza quem gira a economia do Brasil (trabalhadores e empresários). Tem um estado que adora impostos e assim, os produtos ficam mais caros. Logo, mais brasileiros viajam aqui para os Estados Unidos para fazer compras. Coisa que americanos e o Trump adoram. 
Todo lugar precisa de turismo e aqui nada poderia ser diferente.  INCLUSIVE Trump é dono de uma rede de hotéis e talvez até melhore o turismo.

Mas por quais motivos votei no Trump? Porque olhei os fatos antes da propaganda criada pela grande mídia para demonizar Trump e eleger Hillary. Plano esse que falhou pois o norte-americano olhou fontes alternativas.

Olhem os fatos:
Trump casou com uma imigrante.
Hillary casou com um rico homem globalista.



Trump falou grosserias sobre mulheres. O marido de Hillary cometeu muitas e traiu a mulher com a estagiaria enquanto era presidente. O marido foi expulso da vida política.

Trump tem o apoio de latinos e negros que pensam livremente. Hillary tem o suporte de negros e latinos pagos.
Trump financiou a campanha com o próprio dinheiro. Hillary teve o apoio das elites globalistas (uma delas que inclusive maltrata mulheres e apoia morte de gays).
Trump hoje inicia a vida política. Hillary atua faz mais de 30 anos e nunca fez nada.
A esquerda caviar apoia Hillary. O povo que trabalha apoia Trump.
Trump quer que criminosos sejam presos. Hillary defende criminosos com relativismo moral e inclusive defendeu um estuprador que estuprou uma menina de 12 anos. E ela culpou a menina.
Eleitores de Trump questionam. Eleitores de Hillary atacam pessoas com uma mulher negra mendiga que  apoia Trump.
As feministas apoiam Hillary e protestam contra Trump mostrando os peitos e sem se depilar.
Hillary diz lutar pelo povo e cita sempre os negros mas apoia a maior rede de abortos  norte-americana que sempre eliminou negros da sociedade.
Hillary é politicamente correta. Trump é o oposto.
A esquerda norte-americana me colocava no mesmo patamar de refugiados ou imigrantes ilegais INJUSTAMENTE. Paguei minhas taxas, meu visto, paguei meus impostos, respeitei as leis e nunca cometi crimes. Fazendo isso podemos morar em qualquer lugar se tivermos oportunidade. E Trump e outros gostam de imigrantes assim.
Hillary queria um Estado inchado, com cotas raciais e bolsas esmola. Trump quer o livre mercado e pessoas capacitadas.

Em resumo: Hillary faz parte da elite e esquerda caviar que defende a mesma agenda do PT e do PSOL em solo americano.

Eu, mulher negra e imigrante votei em Trump porque embora nunca fosse perfeito, era a melhor alternativa em solo norte-americano. E quem é trabalhador, quer crescer na vida sem depender de Estado ou ser vitimista como as feministas, fez a mesma coisa. Na minha cidade a maioria dos brasileiros (90%) votaram em Trump. 

O que eu aprendi, depois das eleições americanas é:
Que só é democracia quando vence a esquerda e suas vertentes.
Quando a esquerda não vence, é "retrocesso, golpe, gente racista que não sabe votar, coxinhas burros, americanos xenófobos, fim do mundo, medo do futuro, terceira guerra mundial, o cara é branco, não reconhece as minorias, coitados dos negros, gays, das mulheres"....e muitos mimimis
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E depois os outros que são intolerantes.....Esta é a esquerda mundial: desonesta e criminosa que apoia ditaduras mas fala de paz e amor, uma mentira deslavada.

Parabéns, Trump. E que o Brasil e mundo aprendam com esta vitória.O futuro a Deus pertence.